Um rancheiro lá de Mato Grosso tinha uma fazendona com 900 vaquinhas, e três touros sortudos que davam conta delas: o maior tinha 500 vacas sob seu comando, o do touro do meio tinha 300, e o menorzinho, só 100 vacas.
Um dia ouviram falar que o fazendeiro iria comprar mais um touro, da índia.
O maior touro disse:
- Eu não vou me separar das minhas vacas, nem a pau!
Nisso o touro médio disse a mesma coisa, e o júnior jurou que nem fudendo ele se separaria de suas 100 vaquinhas...
No dia do tal touro chegar, eles viram a caminhonete chegar na fazenda chacoalhando, tremendo, e de repente, quando a caminhonete parou, sai um tourão urrando, esperneando, babando na goela, um monstro de macho!
Nisso os 3 touros ficam espantados.
O maior disse:
- Quem sabe eu consiga me separar de algumas de minhas vacas.
O touro médio diz a mesma coisa e saiu chiando... Só o Júnior é que começou a grunhir, urrar, patear o chão. O mais velho disse a ele:
- Cê ta é louco! Tá querendo comprar briga com aquele bichão?
- Que nada! Eu só quero que ele saiba que eu não sou vaca!
Os dois coelhos reprodutores, pai e filho, estavam numa moleza danada. O dono deles, então, deu um ultimato:
- Vocês dois tem duas horas para cobrir essas 50 coelhas. Senão vão acabar na panela ...
Os dois coelhinhos, então, colocaram as coelhinhas num círculo, e cada um começou de uma extremidade oposta desempenhando as funções com muita polidez. Dizia o pai coelho:
- Com licença, obrigado. Com licença, obrigado.
E o filho:
- Com licença, obrigado. Com licença, obrigado.
O coelho filho, devido ao vigor da idade, trabalhava duas vezes mais rápido que o pai. Lá pelas tantas, dizia o coelhinho:
- Com licença, obrigado. Com licença, obrigado. Desculpa, pai. Com licença, obrigado...
A mulher, péssima cozinheira, choraminga para o marido: - Querido, aquele bife à... sniff... à parmegiana que eu fiz para você... sniff... - O que aconteceu com ele, meu bem? - O cachorro... sniff... comeu! Buáááá... - Meu bem, não fica triste não! Não precisa chorar só por causa disso. Amanhã, eu compro outro cachorro para você!
Aquela senhora leva uma reluzente Ferrari à um colecionador. Depois de inspecionar o carro durante uma boa meia-hora, o colecionador vira-se para a mulher e diz: - O carro está ótimo! Quanto a senhora está pedindo por ele? - Cem Reais! - responde a mulher em alto e bom som. - Cem mil Reais, a senhora quer dizer? - Não, senhor! São cem Reais mesmo! - Mas isso é um absurdo! - espanta-se o colecionador. - Esse carro vale no mínimo noventa mil. - Estou apenas cumprindo a vontade do meu falecido marido. - Eu não posso acreditar no que estou ouvindo! Ele pediu que a senhora vendesse o carro por cem Reais? - Mais ou menos. Leia aqui no testamento. Parágrafo 16. O sujeito apanhou o papel que ela lhe entregou e leu: "Vender a minha Ferrari e doar a quantia resultante da venda à minha fidelíssima secretária Suzana de Oliveira".
O casal em férias vai visitar o melhor ponto turístico da cidade: O Poço dos Desejos. Ao aproximar-se do local o marido saca uma moeda do bolso, faz um desejo e atira-a sobre as suas costas. A mulher decide fazer o mesmo. Pega uma moeda da bolsa, mas ao inclinar-se sobre a mureta, perde o equilíbrio e cai dentro do poço. - E não é que funciona mesmo? - conclui o marido.
O coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais e, quando olha para o lado, vê um enorme urso fazendo o mesmo. O urso se vira para ele e diz: - Ei, coelhinho, você não se incomoda de ficar com seus pêlos sujos de cocô? O coelhinho respondeu: - Não, isso é normal. Então o urso pegou o coelhinho e se limpou com ele. MORAL DA ESTÓRIA: Cuidado com as respostas precipitadas... Pense bem antes de responder. No outro dia, o leão, ao passar pelo urso diz: - Aí seu urso! Com toda essa pinta de bravo e forte, te vi dando o rabo pro coelhinho ontem! MORAL DA ESTÓRIA: Independente da resposta, pense bem antes de tomar uma atitude.
Um dia, enquanto galopava, um cowboy encontrou um Índio cavalgando. Ao seu lado iam um cachorro e uma cabrita. O cowboy começou então um diálogo com o Índio: - Olá, belo cão você tem aí. Se importa se eu falar com ele? - Cão não falar. - diz o indio - Olá, cão, com vai?- fala o cowboy - Bem obrigado! - responde o cão O Índio fica absolutamente chocado... E prossegue o diálogo: - Esse cara é o seu dono? - Sim! - E como ele te trata? - Muito bem. Todo dia ele me deixa correr livremente, me dá uma boa ração e me leva ao lago para brincar uma vez por semana... O Índio fica totalmente boquiaberto... - Se importa se eu falar com seu cavalo? - Cavalo não falar. - Oi cavalo, como vai você? - Muito bem! - Esse aí é o seu dono? - Sim... - E como ele te trata? - Muitíssimo bem. Cavalgamos regularmente, ele me escova sempre e me mantém sob uma árvore para me proteger da chuva e do sol. O Índio fica simplesmente abobalhado... - Se importa se eu falar com sua cabrita? - Cabrita muito mentirosa!
Dois amigos conversando. - Acho que o meu cachorro é corintiano! - diz um deles. - Ah, pára com isso! Imagina que cachorro liga pra futebol! - Tô te falando... Você precisa ver, toda vez que o Corinthians perde, ele se esconde na casinha e fica chorando. Quando o Corinthians empata ele vai pra cozinha e não sai mais. Fica todo sem graça... - E quando o Corinthians ganha? - perguntou o amigo, começando a acreditar. - Ainda não sei... Só tenho o cachorro há um ano!
No interior de Minas, uma galinha pôs um ovo de meio quilo. A historia correu e todo mundo queira saber detalhes. Jornais, televisão, repórteres... todos atrás da galinha. - Como conseguiu esta façanha, Senhora Galinha? - Isto é segredo de família. - E seus planos para o futuro? - Pôr um ovo de um quilo! Todos vão entrevistar o galo, para obter mais detalhes. - Como conseguiram tal façanha, Senhor Galo? - Isto é segredo de família. - E os planos para o futuro? - Encher o avestruz de porrada!
Um lagartixo e uma lagartixa iam de mãos dadas atravessar a rua. Ele era alto, moreno, de olhos azuis, lindo como qualquer príncipe. Ela também era alta, loira, olhos verdes, linda como uma princesa, só que tinha um rabo enorme. Quando estavam quase chegando no outro lado da rua, o lagartixo nota que a roda de uma bicicleta vem na direção do rabo da namorada e, num desespero de amor, ele empurra-a para cima da calçada e ela se salva. Mas, por uma ironia do destino, a roda da bicicleta passa bem por cima da sua cabeça e ele morre. Moral da história: por causa de um bom rabo muitas vezes se perde a cabeça.
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